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DF atualiza estoques e reforça campanha contra febre amarela

Chegada de vacinas na segunda-feira (26) amplia a cobertura preventiva nas unidades de saúde

Publicada em 27/01/2026 às 11:00h -


DF atualiza estoques e reforça campanha contra febre amarela
 (Foto: Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF)



A rede pública de saúde do Distrito Federal reforçou a estratégia de proteção contra a febre amarela com a incorporação de um novo lote de vacinas ao estoque. As doses já estão sendo distribuídas às unidades básicas de saúde e ampliam a oferta para pessoas que ainda não possuem registro de imunização.

A medida ocorre em um cenário de vigilância ampliada, motivado pela circulação recente do vírus em estados vizinhos e por registros esporádicos da doença nos últimos anos. A febre amarela é uma infecção viral transmitida por mosquitos e pode evoluir rapidamente, afetando órgãos vitais como fígado e rins. Entre os primeiros sintomas estão febre, dor muscular, dor de cabeça, náusea, fraqueza e sensibilidade à luz. Nos quadros mais graves, surgem dores abdominais, icterícia e risco de insuficiência renal e morte.

Dados da vigilância epidemiológica indicam que o Distrito Federal já confirmou casos da doença em diferentes momentos da última década, com ocorrências em 2015, 2017, 2018, 2021 e 2022. Em 2025, foi registrado um caso importado, relacionado a infecção adquirida fora da capital. Desde o segundo semestre do ano passado, equipes de saúde intensificaram o monitoramento em áreas próximas, especialmente após a identificação de mortes de macacos em regiões de Goiás. Embora esses animais não transmitam a doença às pessoas, sua infecção serve como sinal da presença do vírus no ambiente.

A vacinação é considerada a principal forma de prevenção. O esquema adotado no Distrito Federal segue as diretrizes do Ministério da Saúde e varia conforme a faixa etária. Crianças pequenas recebem duas doses nos primeiros anos de vida. Pessoas com mais de cinco anos que ainda não foram vacinadas precisam de apenas uma dose. Para indivíduos com 60 anos ou mais, a indicação depende de avaliação médica. Em situações como gravidez ou amamentação de bebês com menos de seis meses, a aplicação só ocorre quando há risco elevado de exposição ao vírus, mediante análise profissional.

Pessoas com histórico de alergia a componentes da vacina também passam por avaliação antes da imunização. Nesses casos, a aplicação é realizada em unidade especializada, no Hospital Materno Infantil de Brasília. Quem já recebeu a dose pode solicitar o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia, documento exigido por alguns países para a entrada de viajantes e que não possui prazo de validade.

Para quem não sabe se foi vacinado, a orientação é procurar uma sala de vacinação com documento de identificação. Mesmo sem a caderneta, o atendimento é garantido. As equipes consultam os sistemas oficiais e, quando não localizam registro, analisam cada situação individualmente para definir a necessidade da aplicação.




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