O período das festas de fim de ano no Distrito Federal voltou a exigir atenção redobrada do sistema penitenciário. Com a liberação temporária de custodiados do regime semiaberto, autorizada pela Justiça, a Polícia Penal intensificou a presença nas ruas e ampliou as ações de monitoramento para garantir o cumprimento das regras impostas aos beneficiários.
A medida corresponde à última saída temporária prevista para 2025 e alcança presos que atenderam às exigências legais estabelecidas pela Vara de Execuções Penais. Entre os liberados estão homens e mulheres que cumprem pena no sistema prisional do DF, incluindo internas da Penitenciária Feminina, todos obrigados a observar restrições específicas durante o período fora das unidades.
O retorno às unidades prisionais está fixado para o dia 26 de dezembro. A Justiça alerta que o descumprimento do prazo ou das condições impostas acarreta a perda imediata do benefício, além de outras sanções previstas na execução penal, como regressão de regime.
Para acompanhar a movimentação dos custodiados e coibir irregularidades, uma força-tarefa foi deflagrada nesta semana pela Coordenação do Sistema Penitenciário. A operação reuniu equipes de diferentes unidades da Polícia Penal e teve como foco áreas estratégicas do Distrito Federal, previamente mapeadas por setores de inteligência.
As ações contaram com equipes fixas e volantes, além do apoio da Diretoria Penitenciária de Operações Especiais, responsável por reforçar a segurança das abordagens. Policiais penais especializados e um cão de faro K9 atuaram diretamente nas fiscalizações, ampliando a capacidade de identificação de descumprimentos.
O balanço das ações resultou no recolhimento de custodiados que infringiram as normas da saída temporária, demonstrando, segundo a corporação, a importância do monitoramento contínuo durante datas de maior fluxo de pessoas e eventos festivos.
A Polícia Penal do Distrito Federal também reforça que a população pode colaborar com as fiscalizações. Informações sobre apenados em situação irregular ou que não tenham retornado às unidades no prazo podem ser repassadas de forma anônima por telefone ou WhatsApp, por meio dos canais oficiais da corporação.
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