A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) promoveu, nesta quinta-feira (28), mais uma edição do Ciclo de Palestras de Segurança Pública, realizado no contexto do Curso de Inteligência de Segurança Pública (Cisp) 2026. O encontro reuniu especialistas, representantes das forças de segurança, órgãos do sistema de justiça e servidores públicos para debater os desafios contemporâneos da atividade de inteligência.
Realizado na Escola de Governo do Distrito Federal (Egov), o evento contou com a participação de cerca de 120 servidores de diferentes instituições. A programação abordou temas estratégicos relacionados à inteligência de segurança pública, à transformação tecnológica, à análise de dados e ao uso responsável de ferramentas de inteligência artificial no apoio às operações e à produção de conhecimento.
O secretário de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, destacou que a atividade de inteligência tem papel central na formulação de políticas públicas baseadas em evidências e na ampliação da capacidade de resposta do Estado frente às novas dinâmicas da criminalidade. “A inteligência de segurança pública é uma ferramenta estratégica para antecipar cenários, integrar instituições e apoiar decisões mais eficientes. O fortalecimento dessa atividade, aliado ao uso responsável da tecnologia e à integração entre os órgãos, amplia a capacidade operacional do Estado e contribui diretamente para uma segurança pública mais moderna, preventiva e efetiva”, afirmou o secretário. “A presença física e a integração entre os órgãos fazem toda a diferença na agilidade das respostas e na eficiência das ações. Este curso reforça essa premissa”, completou.
Durante o ciclo, o subsecretário de Inteligência da SSP-DF, Gilberto Maranhão, ressaltou a importância da profissionalização contínua da atividade de inteligência. “Nosso papel é saber utilizar as ferramentas de inteligência artificial para potencializar a capacidade de processamento e análise de dados, sempre com foco na eficiência e no apoio à tomada de decisão. A tecnologia não substitui o fator humano, mas fortalece a capacidade operacional e estratégica das instituições”, destacou.


