A Secretaria de Saúde do Distrito Federal começou a colocar em circulação 50 novos veículos que passam a integrar a frota da rede pública. A renovação faz parte de um conjunto de investimentos voltados a melhorar a logística do sistema de saúde e envolve caminhões, furgões e vans adaptadas para diferentes tipos de serviço. O valor das aquisições já contratadas supera R$ 28 milhões.
Os novos veículos foram comprados a partir das demandas do dia a dia das unidades e dos setores responsáveis pelo abastecimento da rede. Segundo o subsecretário de Infraestrutura em Saúde, Leonídio Neto, a frota antiga já não acompanhava o volume de operações da secretaria. “A rede cresceu, a demanda aumentou e os veículos precisavam acompanhar essa realidade. A ideia foi ajustar a frota ao que realmente é usado na prática”, afirmou.
Os caminhões passam a atender áreas estratégicas, como a Farmácia Central, o Almoxarifado Central e a Diretoria de Patrimônio, responsáveis pela distribuição constante de medicamentos, materiais e equipamentos para mais de 350 unidades no Distrito Federal. A diversidade de modelos permite organizar melhor as entregas e reduzir atrasos no fornecimento de insumos.
Já os furgões foram destinados principalmente ao apoio logístico das unidades básicas de saúde e de serviços de menor porte. De acordo com o subsecretário, esse tipo de veículo oferece mais agilidade nas rotas urbanas. “Em muitos casos, o furgão resolve melhor do que um caminhão, porque chega mais rápido e acessa locais com mais facilidade”, explicou.
A frota também inclui vans voltadas ao transporte de vacinas, utilizadas em ações de imunização fora das unidades fixas. Equipados para manter a conservação adequada dos imunizantes, esses veículos ampliam o alcance das campanhas em escolas, comunidades e áreas mais afastadas. “Essas vans ajudam a levar a vacinação até onde a população está”, disse Leonídio Neto.
Outro grupo de veículos é formado pelas vans odontológicas, que permitem ampliar o atendimento em saúde bucal em diferentes regiões do DF. A proposta é alcançar públicos que enfrentam dificuldade para acessar o serviço regularmente nas unidades. “É uma forma de aproximar o cuidado e ampliar a cobertura”, acrescentou.
Além de ampliar a capacidade operacional, a renovação da frota substitui veículos antigos, muitos deles com alto custo de manutenção e risco de falhas. A expectativa da secretaria é reduzir gastos com consertos e evitar interrupções no serviço.
Mesmo atuando nos bastidores, a logística impacta diretamente o atendimento ao cidadão. Com veículos mais adequados, medicamentos e insumos chegam com mais regularidade às unidades, campanhas de vacinação ganham fôlego e os serviços itinerantes se tornam mais frequentes. “O resultado aparece quando o atendimento funciona melhor para quem precisa”, resumiu o subsecretário.
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